O “BANANINHA” CONSPIRADOR –
José Nílton Mariano Saraiva
Arrogante e pavio curto desde
sempre, o então Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, que o conhecia
na intimidade e sabia das suas “qualidades” (éticas e morais), o premiou com a alcunha
de “bananinha” (insignificante, pequeno, sem importância).
Na realidade, frouxo e
covarde, como o próprio pai, seu exemplo maior, o é, Eduardo “Bananinha”
Bolsonaro pelo menos honrou tal conceito ao, agora, se mandar (fugir) do
Brasil, às pressas, ao imaginar que seria enjaulado (preso) por determinação do
Ministro Alexandre de Moraes, do STF.
É que, tal qual o pai, que
havia em ato público chamado o ministro e “canalha” e também dito que, na
condição de Presidente da República, a partir daquele instante não mais obedeceria
a qualquer determinação do STF, para, depois, suplicar clemência e perdão ante a
perspectiva de ser preso (o que acontecerá muito em breve) o indigitado
“bananinha”, que lá atrás chegara a afirmar que bastaria um cabo e um soldado
para fechar o STF e que o ministro não passava de um “ditador”, hoje assumiu a
condição de perigoso conspirador e, traindo seus eleitores, foi morar na terra
que o clã Bolsonaro tanto admira.
Fato é que, aqui e alhures,
devido à morosidade que envolve o processo, já começa a ser questionada esta
leniência do ministro Alexandre de Moraes para com os Bolsonaro (pai e filho),
com a população desconfiada se medidas efetivas vão ser tomadas.
Porque, se não forem, se
houver um mínimo recuo do STF em relação a essa questão tão emblemática
(tentativa de golpe de Estado), este (STF) restará desmoralizado ad aeternum,
até porque a impunidade não pode se estender para sempre.
Alguma dúvida sobre ???