TRIPULANTES DESTA MESMA NAVE
domingo, 29 de janeiro de 2012
Amigos amores, amados, paixões e casos!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Mundo de sonhos - Emerson Monteiro
Nos mistérios da Natureza, os sonhos ocupam lugar privilegiado. Tal qual pensamentos independem da pura vontade dos que pensam, sonhos se apresentam na medida do sono e ninguém escapa dos encaminhamentos instigantes que formam noites a fora. Há estudos mil quanto aos sonhos. Na Ciência, busca persistente aprofunda respostas a isto, desde o passado remoto, e ainda permanece presa ao campo nebuloso das cogitações, circulando o tema de olhos atentos, porém precisando de maiores esclarecimentos que a todos convençam. Admirável esse universo sempre novo dos sonhos.A propósito, lembro de história que, um dia, ouvi de certo antropólogo americano, não lhe recordo o nome, que viajava pelas tribos da Amazônia e entrevistara velho pajé a respeito dos sonhos. Na entrevista, perguntou ao indígena do poder que as pessoas possuem de entrarem nos sonhos das outras.
Sem titubear, o feiticeiro respondeu que sim, as pessoas podem entrar nos sonhos das outras pessoas, acrescentando em seguida que iria demonstrar, na prática, ao pesquisador, o que estava afirmando naquele momento. Que entraria em um dos seus sonhos para provar o que dissera.
Depois de o professor seguir a outros locais de estudos, retornou à região alguns meses transcorridos desde então. Ali, de novo, se avistou com o pajé da entrevista. Nessa hora, o próprio selvagem foi quem tomou a iniciativa de lembrar o mesmo assunto dos sonhos, e perguntou:
- O senhor recorda de um sonho que outro dia teve, e que nele apareceu uma onça pintada em movimento dentro da floresta?
Após concentrar o pensamento, confirmou o antropólogo aquele sonho que, com clareza, vivenciara no intervalo de tempo após haver encontrado o pajé pela primeira vez.
- Pois aquela onça era eu – assim e naturalmente retribuiu o índio antigo.
Observo, contudo, a margem infinita dos conhecimentos em adquirir, nas jornadas da experiência, o domínio de si sob os mistérios que, a todo o momento, surgem nas portas da transformação, espaço do crescimento individual comum e fértil.
E concluo indagando aquilo mesmo que quis saber do índio o estudioso americano:
- É possível a uma pessoa entrar nos sonhos das outras pessoas?
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Irreverência deverá marcar exposição “De Não Artistas” no SESC

Quem disse que arte é coisa para artista? Essa é a provocação da Exposição “De não artistas” que terá início nesta quinta-feira, dia 26, na Galeria de Artes do SESC Juazeiro do Norte , a partir das 19h00.
...
A exposição deverá ser marcada pela irreverência e a participação do público e consistirá de objetos e trabalhos interativos, além da exibição de vídeos sobre performances e intervenções urbanas realizados com alunos de escolas públicas do Crato, através do Laboratório de Estudos, Vivenciais e Experimentos em Arte Contemporânea – LEVE Arte Contemporânea. Além desses trabalhos terá uma espécie de atelier aberto em que o público poderá criar, montar, dançar, escrever, desenhar, etc. Outra característica é a extensão da exposição para o espaço virtual, tendo em vista que as pessoas estarão sendo instigadas a registrar e disponibilizar fotografias e filmagens na internet.
A exposição “De não artistas” é uma proposta do Coletivo Camaradas que ao longo dos anos vem desenvolvendo trabalhos artísticos e estéticos com esse caráter de inclusão e interação do grande público. “Não pretendemos fazer arte para os artistas, pois esse já tem acesso a arte. Queremos fazer arte com e para o povo”, acrescenta o integrante do Coletivo, Ricardo Alves.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Rock do Nordeste perde Segestes Tocantins
Com respeito, elevo uma prece em sua memória e homenagem.
Nos ombros do destino - Emerson Monteiro
Nas trilhas da cidade grande envoltas nas sombras, no enxameio de máquinas apressadas, coisas misteriosas acontecem, grifadas nas impressões psicológicas que remexem as almas, a suprir solidões de becos escuros, na metrópole. Sentimentos se atritam dentro das madrugadas insones, fortes amores despertam em plenos expedientes e nas mesas dos restaurantes de luxo, seres esquisitos, fantasmas petulantes.
Nisso, a atualização das expectativas pouco satisfeitas de amores, amizades, companheirismo, aos moldes do que o romance permite na sua imprevisibilidade constante. Ananias sabe disso. Contundente, machuca feridas abertas pelos gestos incompreendidos. Uma surpresa sobrevoa todo tempo as peças do jogo, num ritmo frenético. A familiaridade com que conduz seu bloco de protagonistas revela habilidade que comunica e diverte.
Na força do romance, enxerga a ótica dos autores de produzir existências através da velha ficção. Desponta horizontes onde antes nada havia; com isso, desvela mundos e abre portas. Escrever páginas das histórias guardadas nas regiões mentais obscuras funciona qual psicanálise de cada época. A fúria dos que se descobrem fazedores de romances gera meios ao dizer dessas fases das sociedades, e as páginas vão abrindo espaço às emoções, aos papéis que avolumam relacionamentos nas palavras e nos contextos.
Neste seu quarto livro, Geraldo Ananias cresceu no amadurecimento e nas interpretações do espontâneo que prende a atenção e quer usufruir dos valores vindos nas calhas da criação literária.
Quando chega ao misterioso, o que houve também no livro anterior, Levado ao vento, abre as perspectivas reencarnacionistas, solução dos inúmeros espantos humanos das afinidades, idiossincrasias, tendências, no resgate das possibilidades tantas vezes consignadas, e pouco atendidas, dos impasses e contradições da vida. Indica, sem, no entanto, coagir. Insinua, sem confrontar crenças ou conceitos estabelecidos. Pisa as páginas do futuro qual explorador cuidadoso, circunstante, abrindo frestas às visões particulares das marcas deixadas em todo coração.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Lançamento virtual do Warakidzã
O disco foi gravado no Estúdio Making OF Records no Rio de janeiro com Fábio Mesquita e também e no Ibbertson Estúdio no Crato CE e EtnoHaus - Rio de Janeiro.
Edição no Na Goma Estúdio São Paulo, e Mixagem e Masterização no Estúdio Zabumba no Cariri em Nova Olinda CE. Tudo com o grande André Magalhães.
Banda:
Geraldo Junior: Direção, voz, vocal, flauta, trompete e percussão
Beto Lemos: Arranjos, violão, viola, rabeca, violoncelo e vocal
Gabriel Pontes: Sax tenor, soprano, flauta e vocal
Ranier Oliveira - Teclado, piano e sanfona
Eduardo Karranka: Guitarras e vocal
Cláudio Lima: Bateria e vocal
Filipe Müller: Vocal e baixo
Projeto Gráfico:
Luiz Eduardo Bonifácio
Fotos:
Joa Azria
Thailyta Feitosa
Participações especiais:
Kiko Horta - Sanfona
Joana Queiroz - Clarinete
Jonas Correa - Trombone
Eduardo Santana - Trompete
Marco Bz - Percussão Efeitos
Jefferson Gonçalves - Gaita
Fábio Mesquita - Baixo
Marcelo Müller - Baixo
Ranier Oliveira - Sanfona
Diogo Jobim - Sintetizador e Microkorg Kaospad
Clique aqui para o Download
domingo, 22 de janeiro de 2012
LANÇAMENTO DO CLIPE DA BANDA NIGHTLIFE
Há 9 anos na estrada, a banda sul cearense NIGHTLIFE vem fazendo a diferença por onde tem andado. Tocando e encantando uma galera sem limites de idade, passeia pelo rock e pelo pop com um estilo único, transformando qualquer evento em uma verdadeira festa, onde a alegria e a descontração são a tônica.
Em sua mais recente fase, dessa vez em parceria com a Sertão Pop Produções, está preparando o seu primeiro disco de músicas autorais, e já vem com um grande sucesso que está fazendo a cabeça da moçada. "THE PASSION", é a música de trabalho do CD que promete estourar na região do Cariri e certamente por esse Brasil afora. Está sendo lançado também um clip com a música e outras mudanças para melhor estarão acontecendo ao longo dessa nova fase da banda.
link do nosso clip no youtube:
http://www.youtube.com/watch?
Em breve disponibilizaremos todo esse material aqui para vocês.
Nossos contatos:
SERTÃO POP PRODUÇÕES:
Rua Araripe 163 - Centro - Crato-Ceará. - CEP: 63.100-380
Telefones: (88) 3521.5398
9666.9666 - TIM
8824.2131 - OI
8102.4051 - VIVO
9231.0991 - CLARO
De: Sertão Pop Cariri
vixe!
22/01/2012 01h08 - Atualizado em 22/01/2012 11h54
Dilma tem aprovação superior à de Lula no 1ª ano, aponta Datafolha
Presidente é avaliada positivamente por 59%, contra 42% de Lula.
Pesquisa foi publicada na edição deste domingo da 'Folha de S.Paulo'.
Do G1, em Brasília
Ao final do primeiro ano de governo, a presidente Dilma Rousseff registrou índice de aprovação superior ao de todos os seus antecessores no mesmo período desde a volta das eleições diretas, segundo pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo (22) do jornal "Folha de S.Paulo".
De acordo com a pesquisa, 59% dos brasileiros consideram a gestão de Dilma Rousseff ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como ruim ou péssima.
Ao final de seu primeiro ano de governo, Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42%. No segundo mandato, o ex-presidente alcançou 50% de aprovação no primeiro ano de gestão.
Ao completar um ano de governo, Fernando Collor tinha 23% de aprovação. Itamar Franco contava com 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no primeiro mandato e 16% no segundo.
O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Clipping de André Setaro: Nelson Rodrigues na intimidade
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Utilidade providencial do trabalho - Emerson Monteiro
Ouviu-se que em mente desocupada o Diabo faz tricô. Andar desocupado, aventurando a vida nos trapos de perversão, olhar em torno e fazer nada, que pouca imaginação representa. Vagar solto no vento, nem os pássaros, que a cada dia elabora a moldura dos lugares com sua alegria e volteios de beleza rara, entre nuvens e folhagens, à cata de onde adormecer e, ao despertar, tonificar de harmonia os mistérios da mãe Natureza.
Malandrar qual quem se perdeu as pernas no desespero da dor e da inutilidade, nos depois. Trabalhar jamais arrancou pedaço da alma da gente. Os acomodados, doentes de preguiça, dão notícia de possíveis fugas do compromisso das responsabilidades. Todavia sofrem desse torpor de olhar o alheio de lábios vazios. E felicidade rima com atividade, espinha dorsal das melhores aspirações. É tanto que, quando param as engrenagens do trabalho, pensamentos seguem funcionando, mostrando meios de planejar outras horas prósperas.
Isso de crescer sobre as bases sólidas do ritmo de trabalhar e sonhar, sonhar e trabalhar, representa o eterno movimento das ações e dos sistemas. Sociedades felizes nascem, pois, das festividades coletivas do trabalho, conhecimento da efetiva produção de novos elementos na soma dos antecedentes, dos valores armazenados no decorrer das histórias, nos grupos humanos.
Descobrir a importância facilitadora de trabalhar cresce a personalidade e os diversos instantes da jornada terrena, tesouro precioso das pessoas, fonte da paz realizadora.
Bem fácil revelar o primor desses pequenos gestos internos, experiência que, por vezes, só aprendemos no declinar das energias, e que tanta qualidade boa ocasionaria vinda no seio da rica juventude.
Há um conceito especial que ganhou campo nas escolas atuais que diz ser apenas nos dicionários onde a palavra sucesso vem antes de trabalho. Aplicar, em consequência, esta orientação significa norma de mais absoluta das verdades.
A mídia que não se meta com a pintura
tomei um sustinho quando li um texto sobre tinta acrílica , em um blog da região, em que a autora dizia que o acrílico é um dos "médiuns" mais usados etc. Não estaria fazendo aqui o papel de corretor, juiz, se não pressentisse um certo pedantismo, ou uma certa tentativa de tentar impressionar, no referido texto. Nesse casos , como diria Lula, eu recomendo sempre "menas", por favor, "menas". Médiuns , pelo que sei e posso estar errado, são pessoas que recebem mensagens de outros mundos. Um bom conselho pra quem escreve sem dominar o idioma é "less is more".
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
BBB em Matozinho

Ciço de Quinô , dono da “Amplificadora Titela de Siriema” , em Matozinho, voltou da capital com a novidade. Tinha ido resolver algumas pendências e comprar alto-falantes novos para uma ampliação da rede da “Titela” e tinha assistido, por lá, a alguns programas de televisão , em busca de novas tendências no mercado de comunicações. Pois bem, chegou ansioso para lançar a novidade, temendo que algum forasteiro se antecipasse. Na volta, ainda na sopa de Duzentos, veio toda viagem matutando, pensando em como adaptar a sensação do momento, nas ainda precárias condições de mídia de Matozinho. E nem espalhou muito a conversa, com medo da concorrência. Podia dar bode! Pois bem, caro leitor, como os fatos aqui narrados aconteceram em tempo pretérito, Ciço, com certeza, não se sentirá prejudicado que aqui os contemos. Pois vamos lá ! O certo é que, na Capital, ele assistira ao BBB e ficara impressionado. Um magote de homem e mulher trancafiado numa casa, fazendo a maior putaria e o povo todo brechando? Onde já se viu isso, meu senhor ? E logo ele, que fora viciado em espiar as meninas tomando banho no Açude do Calango! Até que um pai mais vigilante acabara por tirar-lhe aquela mania feia , sob força de cipó de mufumbo no lombo ! E a gora tudo era permitido? Aquilo só podia dar dinheiro e audiência !
Chegado na Vila, encetou os preparativos para empreitada. Primeiro resolveu trocar o nome do Programa. Quem diabos lá sabia o que era bigue broda ? Depois de muito pensar, trocou por BBM : “Boa Brecha em Matozinho”. A outra grande questão disse respeito à escolha da casa. Ainda andou sondando pelas ruas principais da cidade, mas quando explicava a que se devia endereçar, todo mundo roía a corda. Aquela esculhambação terminaria por trazer problemas com o Padre Arcelino e a beataria da cidade: o pároco era mais ortodoxo que embalagem de sabonete Life Boy. Queimados os imóveis mais centrais, De Quinô viu-se diante da única possibilidade de manter de pé o negócio --- sem nenhum trocadilho--- na Rua do Caneco Amassado: a zona de baixo meretrício de Matozinho. Procurou uma Boate já em decadência -- a um dia famosa “ Paraíso do Prazer” ---e negociou com a cafetina local : D. Teodulina. Conversa vai, conversa vem e terminou-se acertando um aluguel em conta, por um mês. A partir daí, Ciço começou a procurar o financiamento imprescindível para o empreendimento, coisa complicada numa cidade pequena como aquela. O certo é que alguns comerciantes locais contribuíram sorrateiramente e o prefeito Sinderval Bandeira que tinha uma gambiarra nas redondezas, soltou verba, por baixo do pano, contando com a cumplicidade e o silêncio do boquirroto e midiático Ciço. Procedeu-se, então , às últimas providências: pintura da casa com cal, aposição de vários canos de PVC ao redor das inúmeras dependências para facilitar o brechamento oficial e pago por quem assim o interessasse. O preço da espiada variava dependendo da localização do cano : os da sala e do corredor eram mais baratos, os dos quartos bem mais caros e os dos banheiros, vip´s , eram caríssimos comparando-se com o PIB da Vila. “De Quinô” instalou ainda uma extensão da Amplificadora defronte à casa, com o fito de divulgar os acontecimentos indoor aos quatro cantos da vila. A partir daí começou a divulgação do evento e as regras. Seriam escolhidos três homens e três mulheres que ficariam enclausurados na Casa por um mês, teriam comida e bebida farta. A cada semana os brechadores votariam escolhendo a saída de um e , na última semana, apenas um seria escolhido para sair da casa entre os dois restantes. O vencedor tinha vultoso prêmio garantido : Dois meses de cana e tira-gosto grátis no Bar de Godô, dois meses de PF´s grátis no Café de D. Rirri , um ano de trânsito free na “Paraíso do Prazer” e ainda uma imagem do “ Menino de Jesus de Praga”.
O passo último foi a escolha dos convidados ao confinamento. Escreveram-se muitos desocupados e muitas quengas juramentadas, de maneira que deu um certo trabalho a escolha. Terminaram escolhidos : Jojó Fubuia, o pau-d´água da Vila, que se animou com a possibilidade de cana grátis; Judite Batata em Areia, uma das mais folotes mulheres dama de Matozinho; “Tião Terra de Cemitério” , um tarado contumaz de Bertioga; Juju Tira-Tira , tradicional dançarina do “Riso da Noite”; Zazá Assovio de Soim , um sujeitinho afeminado e que trabalhava na Rua do Caneco Amassado, como uma espécie de office-boy de rapariga; e, finalmente, Zuleika 44, a mais tradicional mulher-homem da redondeza, uma verdadeira máquina de triturar casamentos.
No dia da inauguração da Casa, foi feriado em Matozinho , com direito a discurso do Prefeito e presidente da Câmara. A Banda Cabaçal tocou como se fosse Festa da Padroeira Santa Genoveva. Confinados os participantes, Ciço manteve a platéia acesa durante os primeiros dias , com a “Titela de Siriema” berrando no meio da rua sem parar. A venda de ingressos angariou total sucesso. Passada a primeira semana, no entanto, em meio à clausura e à brecharia generalizada, começaram a aparecer os primeiros problemas. Jojó Fubuia sofreu uma surra homérica, quando tentou assediar Zuleika44, abrindo-se grande controvérsia se teria conseguido um intento até então inédito na Vila, apesar da pisa. Tião Terra de Cemitério apaixonou-se desesperadamente por Zazá Assovio de Soim que resistiu às investidas do garanhão com unhas e dentes, sabe-se lá como. Zazá protagonizou o mais grave crime cometido na Casa, quando, à noite, sob a sombra bruxuleante da lamparina diz-se que se aproveitou de Judite Batata em Areia , que ,de pileque , aparentemente desmaiara e , ciente que embriagadas essas coisas não têm dono, apropriou-se das terras devolutas de Judite. Zazá terminou expulso após a denúncia posterior de Batata em Areia que entrou com um processo de estupro e desfloramento contra Assovio de Soim. Tendo sido esse o primeiro caso jurídico de estupro e meximento de quenga já registrado no Fórum de Matozinho. Juju Tira-Tira comportou-se como pode, embora haja denúncias que madrugadinha, tinha umas escapadelas para a Amplificadora de Ciço, onde aparentemente amplificava também alguns atributos anatômicos do nosso midiático guru. Terminou eleita vencedora do primeiro BBM da vila pelos brechadores , possivelmente por conta da sua capacidade inédita de mostrar-se que , inclusive, já estava bem visível no seu sobrenome.
Ciço de Quinô encheu as burras de dinheiro , anda mais serelepe que caçote em dia de chuva. Já anunciou, com estardalhaço, o BBM 2. O velho Sinfrônio Arnaud já anunciou, publicamente, que não participará e o fez com justificativa bastante cabível:
--- Meus filhos, vou nada ! Eu num tenho virilha pra fuxico , não ! E quem tem cu tem medo !
J. Flávio Vieira
CARNAVAL DA SAUDADE 2012
O mais tradicional carnaval realizado no sábado magro, o Carnaval da Saudade vem a cada ano se consolidando como patrimônio do Cariri. Este ano vai realizar um baile a fantasia com concurso de fantasia e com a presença da maravilhosa Orquestra Azes do Ritmo.
OBS: Este evento é produzido e realizado pela diretoria do Crato Tênis Clube.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
IEC fecha parceria com Secretariade Cultura do Crato para o Projeto "No Terreiro dos Brincantes"
Visando fortalecer e garantir condições de continuidade do Projeto, foi efetivada uma parceria com a Secretária Municipal da Cultura, Esporte e Juventude do Crato. A parceria prevê articulação para viabilizar transporte para as visitas as comunidades e disponibilização de espaços para realização das reuniões do Projeto.
Outro fator importante é a abertura de monitoria para estudantes de universidades e faculdades da região do Cariri. Nos próximos dias estará sendo divulgado edital para o processo de seleção para monitores. Os quais terão a oportunidade de estudar e vivenciar a cultura popular. Anteriormente, a monitoria era destinada apenas aos estudantes da URCA.
Para a Secretária Danielle Esmeraldo, o projeto veio numa boa hora, tendo vista, que a Secretaria tinha o interesse em fazer registro audiovisual das manifestações artísticas e culturais do Município. Ela destaca que esse é um dos projetos importantes para se conhecer a diversidade dos grupos e dos mestres.
Para o diretor do IEC, professor Roberto Siebra essa parceria viabilizar que o Instituto possa ampliar sua área de atuação. Ele frisa que o projeto é um mecanismo importante para socializar o conhecimento sobre a cultura popular na região do Cariri.
O coordenador do Projeto “No Terreiro dos Brincantes”, o artista/educador Alexandre Lucas destaca que a parceria possibilitará as condições mínimas de funcionamento do Projeto que é viabilizar o deslocamento da equipe para os as comunidades em que residem os brincantes. Ele enfatiza que os documentários, além de serem distribuídos nas escolas serão disponibilizados na internet para que qualquer possa ter acesso ao material produzido.
Associação Dança Cariri promove espetáculos PESSOAS e AQUI JÁ FOI MAR no SESC Juazeiro do Norte dias 18 e 19 de janeiro 2012

A Associação Dança Cariri vem convidar V. Sa. para os espetáculos de finalização da Escola de Dança do Cariri - “pessoas” e “aqui já foi mar” a ser realizado nos dias 18 e 19 de janeiro de 2012, no Teatro Patativas do Assaré – SESC Juazeiro às 19h.
A Escola de Dança do Cariri é um projeto da Associação Dança Cariri, que atende em média 75 crianças por semestre, com aulas gratuitas de dança (ballet, dança de rua, jazz, dança contemporânea, teatro e alongamento), cinemateca (exibição de filmes e mediação) e incentivo a leitura (através de ações educativas em nossa biblioteca, consulta in loco e empréstimo de livros e dvd’s).
Esse espetáculo está dividido em dois atos com direção artística do coreógrafo e professor Alysson Amâncio. No primeiro ato “pessoas” inspirados na poesia de Fernando Pessoa, poeta português apaixonado pelo mar e que usou de heterônimos como Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis para falar da vida, identidade e amor. Fernando Pessoa foi apresentado a nossas crianças e jovens através de reflexões sobre seus poemas, sua terra Portugal e sua importância para a língua portuguesa e literatura universal.
“Aqui já foi mar” inaugura a criação do corpo de baile da escola, crianças e jovens das turmas desde a fundação da Escola em 2009, que contarão corporalmente e poeticamente da riqueza mineral, dos vestígios dos sítios paleológicos de nossa região que evidenciam que aqui já foi mar. Da tradição das tribos Kariris a potência atual da Região Metropolitana do Cariri.
PESSOAS - ficha técnica
todos os sonhos do mundo - balé intermediário
coreografia: Jussyanne Emidio
isto - balé básico
coreografia: Luciana Araujo
da minha aldeia vejo - balé básico
coreografia: Jussyanne Emidio
não se preocupe - jazz
coreografia: Aline Souza
sonho - balé baby
coreografia: Aline Souza e Lucivania Lima
sentir? - dança contemporânea
coreografia: Kelyenne Maia
sem ser - dança contemporânea
coreografia: Luciana Araujo
supervisão: Alysson Amancio
iluminação: Alysson Amancio e Jota Junior Santos
figurino: Ariane Morais
maquiagem e cabelo: João Batista e Hallamo Moreira
produção executiva: Luciany Maria Mendes e Jota Junior Santos
AQUI JÁ FOI MAR - ficha técnica
coreografia, direção e pesquisa trilha sonora: Alysson Amancio
projeções e iluminação: Alysson Amancio e Jota Junior Santos
figurino: Ariane Morais
maquiagem e cabelo: João Batista e Hallamo Moreira
ensaidora: Rosilene Diniz
colaboração ensaiadoras: Jussyanne Emidio, Kelyenne Maia e Luciana Araujo
produção executiva: Luciany Maria Mendes e Jota Junior Santos
Serviço:
Pessoas e Aqui já foi mar, espetáculo de finalização das atividades de 2011 da Escola de Dança do Cariri, nos dias 18 e 19 de janeiro de 2012 no Teatro Patativa do Assaré - SESC Juazeiro sempre às 19h. Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 - informações: 9981 7700 / 9914 2793
Contatos:
Escola de Dança do Cariri
Associação Dança Cariri
CNPJ: 09.431.113/0001-16
Rua da Conceição n.º 1391 – São Miguel
CEP. 63.010-465- Juazeiro do Norte/CE
associacaodancacariri@gmail.com
Direção artística:
Alysson Amancio - (88) 8102 4012
alyssonamancio@hotmail.com
Produção Executiva:
Jota Junior Santos - (88) 9981 7700
eu_jotajunior@hotmail.com
Luciany Maria -(88) 9914 2793 / 3511 0790
lucianymaria@hotmail.com
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Emenda 29 - Via Crucis
Dilma sanciona lei que fixa gastos mínimos em saúde pelo governo
Presidente vetou 15 dispositivos do texto aprovado pelo Congresso.
Lei define despesas na área e obriga União a aumentar investimentos.
A norma regulamenta a chamada "Emenda 29" - mudança constitucional aprovada em 2000 que previa os gastos mínimos - ao descrever como será feita a aplicação do recursos. A proposta da lei, que tramitava há mais de 10 anos no Congresso, foi aprovada em definitivo pelo Senado em dezembro do ano passado.
O texto encaminhado pelo Congresso sofreu 15 vetos da Presidência. Entre os cortes, dois se relacionavam à Contribuição Social sobre a Saúde (CSS), um novo tributo cujos recursos seriam destinados à área, mas cuja cobrança já havia sido derrubada na Câmara e no Senado.
O texto sancionado mantém a previsão de que estados e Distrito Federal apliquem 12% de tudo o que arrecadam na saúde. Já os municípios devem investir 15% da receita. Foram excluídos dispositivos que estabeleciam formas de compensação para estados e municípios que não atingissem essas metas em 2011.
Foram mantidas no texto as definições do que pode e o que não pode ser considerado gasto em saúde. O objetivo é evitar que governadores e prefeitos "maquiem" os gastos em saúde pública.
Com a regulamentação, os recursos só poderão ser utilizados em ações e serviços de "acesso universal" que sejam "compatíveis com os planos de saúde de cada ente da federação" e de "responsabilidade específica do setor saúde, não se aplicando a despesas relacionadas a outras políticas públicas que atuam sobre determinantes sociais e econômicos, ainda que incidentes sobre as condições de saúde da população".












