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segunda-feira, 24 de maio de 2021

"CATHERINE" - José Nilton Mariano Saraiva

  “CATHERINE” - José Nilton Mariano Saraiva

Os que hoje se situam na faixa dos 60/70 anos certamente hão de recordar do bom ator “yanque” Kirk Douglas, fichinha carimbada em grandes filmes sobre o velho oeste americano, com seus índios e mocinhos se engalfinhando em batalhas tão cruentas como memoráveis.
Mas, como a marcha inexorável do tempo não perdoa quem quer que seja (rico ou pobretão, famoso ou não), Kirk Douglas teve que, paulatinamente, ceder seu lugar a uma nova geração de atores (morreu ano passado, aos 103 anos de idade).
E ai todos tivemos (inclusive o próprio) o grato prazer de conhecer e constatar que seu filho, Michael Douglas, houvera se tornado um “artista” de mão-cheia (muito mais competente que o pai) porquanto, além do talento hereditário, eclético no atuar e com mais presença em cena devido ao porte físico avantajado (quase 2 metros) e um bem delineado corpo nas academias da vida; assim, logo, logo estabeleceu-se.
Para o mulherio, então, foi um autentico achado, uma descoberta de outro mundo, daí a “caça” permanente, obstinada e diuturna visando “laçar a fera”, de qualquer jeito; e como o cara mostrou-se um garanhão insaciável, um autêntico atleta sexual, muitas e muitas mulheres (e que mulheres) privaram da sua alcova.
O exemplo emblemático da “qualidade” podemos visualizar na sua atual esposa, a escultural atriz britânica Catherine Zeta-Jones (nascida em Swansea, País de Gales, em 25.09.69), um autêntico “supersônico” (a diferença de idade entre os dois é de 25 anos).
Pois bem, rico, belo e disputado (apesar de casado), eis que o destino lhe reservou uma surpresa nada agradável: numa rotineira consulta médica, à procura de debelar uma “coceira” na garganta, Michael Douglas (fumante inveterado), recebeu a infausta notícia de ser portador de um “câncer” na região.
Transparente e corajoso fez questão de, pessoalmente, dividir com gregos e troianos a sua situação, botando a boca no trombone; e, como não poderia deixar de ser, a partir do “velho”, da esposa e da família, a solidariedade se fez presente das quatro esquinas do planeta Terra; comoção generalizada.
Mas... o Michael Douglas é um ser humano e, como tal, tem seus momentos de “apagão”, seus pecados, suas fraquezas, suas idiossincrasias e, assim, sua pessoal e ousada explicação para o que ocorrera provocou um baita estrago: segundo ele, seu câncer na garganta, na verdade, teria sido provocado pelo costumaz exercício da “felação” (sexo oral), com uma mulher portadora do temível vírus HPV (detectável via “papanicolau”).
Sim, senhores, o nosso ídolo era adepto e gostava de lambuzar-se via “chupadinha clitoriana”.
Se tal declaração foi recebida por muitos como “corajosa”, por revelar ao mundo uma sua faceta não conhecida (e nada edificante), para a bela esposa, Catherine Zeta-Jones, representou uma afronta pessoal, desrespeito intraduzível, uma espécie de acusação descabida: afinal, em sendo ela a esposa daquele autentico “deus” grego, já há bastante tempo, teoricamente, dela, ele teria contraído o tal vírus em suas relações heterodoxas.
O resultado é que chegou a ser firmado o pedido de divórcio, ficaram separados por um ano (2013), mas retornaram ano seguinte, até em respeito aos dois filhos à época adolescentes e sob promessa de fidelidade absoluta (o amor falou mais alto).
Só que, a partir de então, Michel Douglas terá que conviver com uma cobrança inevitável: “ô, cara, por que fizestes tamanha maldade com a bela e doce Catherine” ???

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