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sábado, 4 de abril de 2026

 A SIMILITUDE (“MODUS OPERANDI”) ENTRE CIRO, CAMILO E  BOLSONARO  

Na arena política, com seus atores multiformes, vige aquele velho e assertivo adágio popular, segundo o qual... “o sujo não pode falar do mal lavado”.

Aqui no Ceará, por exemplo, temos o Ciro Gomes, que vive a falar mal do Jair Bolsonaro e do Camilo Santana, quando o seu “modus operandi” tem muita similitude com os dos dois, a saber: como deu um jeito de empregar na política toda a sua família (os irmãos Cid, Ivo, Lia e Lúcio devem a ele, sim, o ingresso na política), Ciro não pode criticar Bolsonaro por ter também empregado todos os filhos na política (Flávio, Carlos, Eduardo e Jair Renan, além da enteada (filha de Michele com um homem casado) e seu namorado que, mesmo morando no Rio de Janeiro, assinam ponto num órgão governamental em Santa Catarina, do governador Jorginho Melo).

Com relação a Camilo Santana, Ciro Gomes não pode nem de leve pensar em criticar seu ex pupilo por ter conseguido colocar a esposa Onélia Santana no cargo vitalício de Conselheira no Tribunal de Contas do Estado do Ceará, já que sua ex-esposa Patrícia Gomes de há muito está abrigada no mesmo cargo vitalício de Conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (nos dois casos, a remuneração beira aos R$ 40.000,00 mensais).

É aquela velha história: um sujo não pode falar do mal lavado.

Post Scriptum:

Ainda sobre o Ciro Gomes, por qual razão ele omite, em suas falas, discursos e no próprio curriculum, ter sido Conselheiro da Acesita e da Itaipu Binacional, faturando uma quantia mais que razoável, no tempo em que era ministro no governo Lula da Silva ???

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