A SIMILITUDE (“MODUS OPERANDI”) ENTRE CIRO, CAMILO E BOLSONARO
Na arena política, com seus
atores multiformes, vige aquele velho e assertivo adágio popular, segundo o
qual... “o sujo não pode falar do mal lavado”.
Aqui no Ceará, por exemplo,
temos o Ciro Gomes, que vive a falar mal do Jair Bolsonaro e do Camilo Santana,
quando o seu “modus operandi” tem muita similitude com os dos dois, a saber: como
deu um jeito de empregar na política toda a sua família (os irmãos Cid, Ivo,
Lia e Lúcio devem a ele, sim, o ingresso na política), Ciro não pode criticar
Bolsonaro por ter também empregado todos os filhos na política (Flávio, Carlos,
Eduardo e Jair Renan, além da enteada (filha de Michele com um homem casado) e
seu namorado que, mesmo morando no Rio de Janeiro, assinam ponto num órgão
governamental em Santa Catarina, do governador Jorginho Melo).
Com relação a Camilo Santana,
Ciro Gomes não pode nem de leve pensar em criticar seu ex pupilo por ter conseguido
colocar a esposa Onélia Santana no cargo vitalício de Conselheira no Tribunal
de Contas do Estado do Ceará, já que sua ex-esposa Patrícia Gomes de há muito
está abrigada no mesmo cargo vitalício de Conselheira do Tribunal de Contas do
Estado do Ceará (nos dois casos, a remuneração beira aos R$ 40.000,00 mensais).
É aquela velha história: um
sujo não pode falar do mal lavado.
Post Scriptum:
Ainda sobre o Ciro Gomes, por
qual razão ele omite, em suas falas, discursos e no próprio curriculum, ter
sido Conselheiro da Acesita e da Itaipu Binacional, faturando uma quantia mais
que razoável, no tempo em que era ministro no governo Lula da Silva ???
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