O “CABEÇA DE PREGO” IMPÔS UMA DERROTA HUMILHANTE AO DECADENTE CIRO GOMES – José Nílton Mariano Saraiva
Na época em que ainda
poderia ser considerado um bom e equilibrado tribuno, Ciro Gomes chegou a
concorrer em quatro oportunidades à Presidência da República, sem, no entanto, nunca obter sucesso; e, na última vez, então, conseguiu
ridículos 03 pontos percentuais dos votos válidos.
Na vã ilusão que conseguiria
enganar o eleitorado cearense, “baixou de patente” ao resolver concorrer ao
governo do Estado do Ceará, no pressuposto que sua conversa mole surtiria
efeito.
Falastrão, arrogante e
prepotente (como o é), em mais de uma oportunidade, durante os recentes debates
políticos visando a cadeira governamental, o senhor Ciro Gomes, mostrando-se impaciente
e nervoso, chegou a rotular o adversário, Elmano de Freitas, como “cabeça de prego”,
numa atitude claramente depreciativa ou provocativa.
Afinal, não é preciso que se
seja nenhum expert sobre, para constatar tratar-se - o “cabeça de prego” - uma
expressão idiomática que, naquele momento especifico, consistiu em nominar o
oponente como teimoso, cabeça dura ou pouco inteligente.
A resposta veio num supersônico:
Elmano de Freitas aplicou-lhe uma tremenda goleada, e ele ainda teve o desprazer
de ver os seus senadores bolsonaristas (o tal do capitão Wágner – aquele do motim
policial de anos atrás - bem como um tal de Alcides Fernandes – quem, quem,
quem ??? - escorregarem feio na maionese).
Pra completar, vitória insofismável
do irmão, agora BI Senador Cid Gomes e da aguerrida Luizianne Lins.
Moral da história: o “cabeça
de prego” impôs uma humilhante derrota ao decadente Ciro Gomes.
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