TRIPULANTES DESTA MESMA NAVE

sexta-feira, 12 de julho de 2019

AS IMPRODUTIVAS E FAMINTAS EXCELÊNCIAS TOGADAS - José Nilton Mariano Saraiva

Como é do conhecimento geral, os ministros do tal Supremo Tribunal Federal são os “campeões” em termos de remuneração no serviço público (a básica, sem incluir penduricalhos de todos os matizes). E por ser algo comprovadamente exagerado, as remunerações de outros servidores têm que seguir como parâmetro o recebido pelas excelências togadas. Ninguém pode ultrapassar.
Não satisfeitos, entre quatro paredes suas excelências capricham em itens outros, que a sofrida população brasileira não tem o direito nem de sonhar. Tanto é que recentemente o Supremo Tribunal Federal decidiu presentear os ministros e seus assistentes com um novo, e caro, menu gastronômico.
Assim, através do seu presidente, ministro Dias Toffoli, abriu licitação para contratar um buffet que servirá banquetes dignos de palácios, tal o requinte, por, pelo menos, um ano. Para isto, o contribuinte, que já lhes paga o salário, vai desembolsar R$ 1,1 milhão. Vejam as iguarias exigidas pelo STF.
Ipsis litteres (excluindo o grifo, nosso):
PRATOS PREMIADOS - O refinado paladar dos togados inclui pratos com medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada, bobó de camarão, camarão à baiana, bacalhau a Gomes de Sá, arroz de pato, pato assado com molho de laranja, galinha d’Angola assada, vitela assada, codornas, carré de cordeiro, medalhões de filé, tournedos de filé com molho de mostarda, pimenta, castanha de caju com gengibre e outras iguarias que o brasileiro comum desconhece.
BEBIDAS PERFEITAMENTE HARMONIZADAS - Conforme o desejo do STF, as bebidas deverão ser perfeitamente harmonizadas com os alimentos. Por isso são exigidos dois tipos de espumantes, o brut e o extra-brut. Trata-se do método tradicional de produção, cuja maneira é praticamente artesanal e de qualidade superior aos comercializados no varejo. O STF também exige rótulos “que tenham ganhado ao menos quatro premiações internacionais”. O brut deverá ter maturação de pelo menos 12 meses, já o extra brut deverá ter 30 meses”.
Além disso, “os vinhos deverão ter a variedade de seis tipos de uvas: Tannat, Assemblage, Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc. Para os de origem Tannat, Assemblage e Cabernet Sauvignon, a safra deve ser a partir de 2010. Além disso, todos os vinhos devem ter ao menos quatro premiações internacionais. O Tannat e o Assemblage devem ser obrigatoriamente envelhecidos em “barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso”.
Os vinhos brancos, Chardonnay e Sauvignon Blanc, também passam por um exigente crivo de qualidade: as uvas devem ser colhidas manualmente, por exemplo. Já os uísques puro malte devem ter no mínimo 12 anos. As cachaças que farão as caipirinhas devem ser maturadas em “barris de madeira nobre” por no mínimo dois ou três anos.
ATENDIMENTO DO BUFFET - De acordo com o STF, a empresa que vencer a licitação deverá fornecer pelo menos 2,8 mil refeições, entre almoço ou jantar, 180 cafés da manhã e 180 brunchs, uma espécie de café da manhã mais reforçado e com maior variedade de alimentos. Além disso, deverá haver três tipos de coquetéis que sirvam pelo menos 1.600 pessoas cada. A empresa também deverá disponibilizar um garçom para cada seis convidados. Já nos eventos menores, é preciso um garçom para cada 10 pessoas”.
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Como suas excelências dão expediente apenas três dias na semana (de terça a quinta feira), moram em outros centros e apresentam uma produtividade que deixa muito a desejar (omitindo-se em questões cruciais), a conclusão que se pode chegar é que, na relação “custo/benefício” a nação é gravemente “lesada” por aqueles que deveriam primar pela ética, retidão e moralidade.
Até quando ???




OS "ENCONTROS FORTUITOS" DE DALLAGNOL - José Nilton Mariano Saraiva

Era potencialmente previsível que mais cedo ou mais tarde isso aconteceria. Só que, pra manter a galera antenada, por enquanto o “pulitez” Glenn Greenwald nos serviu somente a “entrada”, de leve, en passant. O “prato principal”, fumegante, e com todo o tempero e condimentos que se fizerem necessário, tá sendo preparado com esmero e carinho.

Fato é que, mais uma faceta da promiscuidade presente nas diversas intervenções lavajateiras vem a público, a partir do momento em que o “braço direito” e principal confidente do então juiz Sérgio Moro, Deltan Dallagnol, confirma a um colega de trabalho que houvera tido “encontros fortuitos” com o revisor das ações da Lava Jato e Presidente do Tribunal Regional Federal 4, de Porto Alegre, João Paulo Gebran Neto, a fim de tratar do processo do doleiro de nome Assad, que no momento estaria em tratativas para firmar uma delação premiada. Ao que Gebran Neto lhe relatara estar preocupado com a tibieza das provas apresentadas (ou seja, não tão sutilmente assim, cobra consistência na acusação).

A dúvida, então, seria: se para tratar de um doleiro “inexpressivo” da vida, Deltan Dallagnol precisou manter “encontros fortuitos” com Gebran Neto a fim de elaborar sua peça acusatória, o que teria acontecido quando da “farsa” da condenação do “expressivo” ex-presidente Lula da Silva ???

Os “encontros fortuitos” foram entre Dellagnol x Gebran ou por se tratar de alguém mais “graduado” o papo teria sido entre Sérgio Moro x Gebran Neto (quando, ante a falta de uma mísera prova, se resolveu apelar para um tal “ato de ofício indeterminado”) ???

Nos resta esperar pelo áudio/vídeo de tão memorável encontro.





quinta-feira, 11 de julho de 2019

"CAPO DI TUTTI CAPI" - José Nilton Mariano Saraiva



Ao alvorecer da década 2000, o então juiz de primeira instância, Sérgio Moro, baseou-se na desastrada operação italiana “Mani Pulite” (Mãos Limpas) para assegurar que... “no Brasil encontram-se presentes várias das condições institucionais necessárias para a realização de ação judicial semelhante” (já mirava em algo, à frente).
Então, em 2013/14, esgrimindo um mote de compreensível apoio popular - o combate à corrupção – (quando na realidade o objetivo era um outro, conforme tomamos conhecimento a posteriori) Sérgio Moro, mesmo na condição de um simplório juiz de primeira instância (é bom repetir e deixar isso bem claro), conseguiu a proeza de se tornar o ÚNICO JUIZ DO BRASIL a tratar e julgar as ações relativas ao tema, independentemente que ocorressem no Amazonas ou Rio Grande, no Sergipe ou Mato Grosso, no Piauí ou São Paulo. Falou-se em “corrupção”, Curitiba era o destino.
E foi assim que, às calendas gregas foram remetidos os tratados, códigos, leis e o competente ordenamento jurídico tratando sobre o princípio do “JUIZ NATURAL”. E o nosso Supremo Tribunal Federal, “esquecendo” covardemente ser o “guardião da Constituição”, literalmente abriu as pernas para tal excrescência. E aí, em orgasmo, Sérgio Moro deitou e rolou, fez barba, cabelo e bigode.
Como o poder em excesso corrompe, cometeu tantos abusos, perpetrou tantas irregularidades, adentrou ilegalmente onde não podia, atropelou quem se lhe antepusesse à frente e por aí vai, que, hoje, a expressão da sangrenta e temível máfia siciliana, “capo di tutti capi” (chefe de todos os chefes), aplica-se como uma luva à sua biografia.
Como nada melhor que um dia atrás do outro (com uma noite no meio), nos dias atuais, ao receber o “prêmio” (Ministério da Justiça e Segurança Pública) por ter inviabilizado a candidatura vitoriosa do ex-presidente Lula da Silva (e ter guindado ao posto essa “anomalia” que está aí), o ex temível juiz Sérgio Moro começa a ser seriamente questionado por seus atos pretéritos, através da Operação VAZA JATO, do site The Intercept Brasil.
Pelo menos é o que nos mostram os primeiros dados até aqui disponibilizados, onde Sérgio Moro manda e desmanda, faz e desfaz, determina e cobra providências, no que é obedecido bovinamente por Deltan Dallagnol e demais procuradores, componentes da Operação LAVA Jato.
Então, pasmos, atônitos e assustados, tomamos conhecimento que, em Curitiba, sob o comando de Sérgio Moro, formou-se uma quadrilha de alta periculosidade que não só praticou corrupção desvairada (lembram-se dos quase R$ 9.000.000.000,00 (nove bilhões de reais) que seriam desviados da Petrobras e da Odebrecht para uma tal “fundação” a ser gerida pelos lavajateiros ???), mas, também, que seus integrantes alimentavam um projeto de poder por demais ambicioso, com o Ministério da Justiça servindo apenas de banal “trampolim” para um voo mais alto rumo à Presidência da República. Seria a “Ditadura Judicial” em toda a sua plenitude.
Fato é que, foram tantos e tão frequentes os abusos e arbitrariedades cometidos pelo “chefe de todos os chefes”, que uma plêiade composta por eminentes juristas se sentiu no dever de lançar uma “Manifestação Pública” à sociedade brasileira, onde, após elencarem um rosário de ilegalidades praticadas pela ex-excelência, destacam que:
“Não foi por outro motivo que o art. 8º do Código de Ética da Magistratura, ao tratar do dever de imparcialidade dos juízes, assinalou: “Art. 8º O magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de TODO o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito.”
E segue:
“Do ponto de vista estritamente normativo, o art.254 do Código de Processo Penal (CPP) é claro ao anotar: “Art. 254. O juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes: (..) IV - se tiver aconselhado qualquer das partes”. Assim, não pode nem deve o juiz aconselhar a parte (primeiro aspecto), mas se o fez por “algum motivo”, incumbe-lhe imediatamente indicar a suspeição nos autos. Não o fazendo, comete falta duplamente”.
Alfim, ante tamanho descalabro (e ainda há um turbilhão de áudios e vídeos que nos serão disponibilizados pela VAZA Jato), ao Supremo Tribunal Federal será dada a grande chance de redimir-se da sua omissão covarde no tocante às barbaridades de Sérgio Moro (e sua “República de Curitiba”), liberando o ex-presidente Lula da Silva da injusta detenção que hoje cumpre, e colocando em seu lugar aqueles que transgrediram a Lei.


segunda-feira, 8 de julho de 2019

"JUIZ ALGUM TEM UMA CONSTITUIÇÃO PARA CHAMAR DE SUA" - José Nilton Mariano Saraiva


Nos últimos 02/03 três anos, aqui mesmo neste privilegiado espaço (através de diversas postagens), afirmamos de forma peremptória e contundente, que a esculhambação jurídica vigente hoje no país se devia aos prolixos, preguiçosos e pernósticos integrantes do Supremo Tribunal Federal, em razão de chancelarem as recorrentes e cabeludas arbitrariedades perpetradas pelo juiz de primeira instância, Sérgio Moro, notadamente no tocante ao estupro diuturno da nossa Carta Maior.

Eis que, hoje, com o autêntico tsunami provocado pelas acachapantes informações do site The Intercept Brasil, envolvendo a República de Curitiba, começam a aparecer manifestações de toda ordem, na condenação dos abusos perpetrados na Operação Lava Jato.

Nelson Jobim, por exemplo, (que não é flor que se cheire, frise-se), mas que foi Ministro da Defesa e Presidente do Supremo Tribunal Federal (onde militou durante anos) foi cáustico para com o juiz de primeira instância, ao afirmar que os componentes daquela Corte Maior  foram vergonhosamente omissos ao tratar da questão (“vocês toleraram os abusos do Moro”).

Hoje, o próprio relator da Lava Jato, Luiz Edson Fachin, um dos principais defensores da Lava Jato e Sérgio Moro, declarou seu desapontamento com o mesmo, acrescentando que os juízes que cometem abusos têm que ser exemplarmente punidos, já que “Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica. Se o fizer, há de submeter-se ao escrutínio da verificação”.

Como apenas uma ínfima parte das informações em poder do The Intercept Brasil foi divulgado, a tendência natural é que se forme um rolo compressor incapaz de ser detido, e que, ao final, sejamos cientificados, através de áudios e vídeos (existem, sim), de detalhes do modus operandi mafioso não só de Sérgio Moro e “comparsas” da República de Curitiba, mas, também, de ministros dos tribunais superiores (já imaginaram um áudio de uma conversa entre Sérgio Moro e Gebran Neto, do TRF4 de Porto Alegre combinando a “dosimetria” da pena a ser aplicada ao ex-presidente Lula da Silva ???).


sábado, 6 de julho de 2019

"SUSPEIÇÃO", JÁ - José Nilton Mariano Saraiva


Segundo o Dicionário Houaiss (página 2648), SUSPEIÇÃO é o “receio fundamentado, suscetível de se opor a imparcialidade de juiz, representante do ministério público, testemunha, perito, etc, em razão de certas circunstâncias ou interesses intercorrentes que possam impedir ou privar qualquer deles da exação no exercício das suas funções”; ou ainda “condição de suspeito, de algo que não se pode confiar até segunda ordem” (ipsis litteris).

Explicitado o conceito, examinemos, agora, duas aparentemente simplórias frases proferidas em tom de deslumbramento pelas “excelências” togadas da Operação Lava Jato, mas que poderão lhes sair bem salgadas:

01) depois de uma conversa particular com o ministro do Supremo Tribunal Federal,  Luiz Fux,  e ante a receptividade deste para com a atuação da Operação Lava Jato, quando ouviu a promessa de que ele estaria disposto a ajudar sempre que se tornasse necessário, o procurador Deltan Dallagnol correu para o colo do então chefe daquela operação, Sérgio Moro, para cientificar-lhe da inusitada oferta. Ao que Moro assentiu com inusitada satisfação, ao assegurar no seu inglês macarrônico, que: “In Fux We Trust” (em Fux nós confiamos); 

02) num segundo momento, depois de 45 minutos de conversa com o também ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o mesmo procurador, Deltan Dallagnol, literalmente chegou ao orgasmo-duplo ao entoar para os colegas procuradores o refrão “A Ha, U Hu, o Fachin é nosso”/ “A Ha, U Hu, o Fachin é nosso”.

Pois bem, tendo em vista que Edson Fachin é o relator da Lava Jato junto ao Supremo Tribunal Federal e, comprovadamente, um mero “despachante” de todas as atrocidades sugeridas pelos seus procuradores em desfavor do ex-presidente Lula da Silva, ao passo que Luiz Fux se notabilizou por ser “do contra” em toda matéria que envolva o ex-presidente e o PT, já não teria chegado a hora de se entrar com uma ação de “SUSPEIÇÃO”, contra os dois, no próprio Supremo Tribunal Federal, tendo em vista as manifestações de júbilo intramuros de Deltan Dallagnol e Sérgio Moro, saudando-os efusivamente e de forma tão descarada e contundente ???

Afinal, se em Fux “nós confiamos”, ao tempo que Fachin “é nosso”, como esperar que os dois votem com imparcialidade e isenção quando chamados a se posicionarem sobre uma possível anulação da pena arbitrariamente atribuída a Lula da Silva por um juiz comprovadamente desonesto e mafioso, conforme demonstram agora as matérias divulgadas pelo site The Intercept Brasil  ???

sexta-feira, 5 de julho de 2019

ABATERAM O “MARRECO DE MARINGÁ”... EM PLENO VOO – José Nilton Mariano Saraiva


Até aqui, foram “apenas” e simplesmente 649.551 mensagens periciadas, mas que representam algo ínfimo ante o turbilhão à espera de vir a sê-lo (com promessa de áudios, vídeos e por aí vai). Se optássemos por definir em “linguagem química” o resultado obtido, não teríamos dúvidas: trata-se de “nitroglicerina” pura e em estado latente.

Assim, a gravidade do contido nas denúncias homeopáticas do site The Intercept Brasil (agora em associação com o jornal  Folha de São Paulo e até a asquerosa Revista Veja) é algo assustador e que certamente está tirando o sono dos mafiosos integrantes da República de Curitiba (Sérgio Moro e seus comparsas).

Ali, reina a podridão e o escárnio, com um juiz (Sérgio Moro) se associando aos acusadores do Ministério Público (via Deltan Dellagnol) objetivando produzir uma peça que seria julgada por ele próprio, juiz, sem que a defesa tomasse conhecimento das tramas urdidas. Ou seja, parcialidade nua e crua, em todo o seu esplendor (e o “distinto” ainda tem a desfaçatez de afirmar que isso é “normal”, como se fossemos todos uns “abestados”).

Para tanto, o “professor” (juiz) não titubeia em sugerir a aceleração ou retardamento de certas operações, incluir determinados tipos de provas em outras, exercer pressão para que determinadas delações não andassem ou até determinar a revisão de peças produzidas pelos procuradores, além de mentir despudoradamente para um seu superior hierárquico (Edson Fachin) negando-lhe informação relevante.

Com o imoral “conluio” descoberto e publicizado para o mundo (via Internet), o ex-juiz Sérgio Moro (hoje Ministro da Justiça), ameaça colocar o rolo compressor do Estado em ação, via Polícia Federal, visando obstar o “grosso” e mais “suculento” do que ainda não foi revelado (quem sabe, um áudio dele com o desembargador-amigo Gebran Neto, do TRF4, combinando a “dosimetria” da pena a ser aplicada ao ex-presidente Lula da Silva). Terá coragem de fazê-lo ???

Fato é que, abatido em pleno voo, o “Marreco de Maringá” (que renunciou a mais de vinte anos de magistratura), constata que o seu sonho de chegar ao STF ou mesmo concorrer à Presidência da República está seriamente ameaçado, em função da desonestidade que sempre permeou seus atos como um despreparado juiz de piso (que após quatro anos de rigorosa investigação na vida pregressa do ex-presidente Lula da Silva e não encontrando uma ínfima prova para incriminá-lo, resolveu fazê-lo por “ato de ofício indeterminado”).

Resta agora, ante tantas e tão profusas sequências criminosas da República de Curitiba (comandada por Sérgio Moro e comparsas, é bom repetir), que o tal Supremo Tribunal Federal (responsável direto pela esculhambação jurídica em vigor no país), acorde do marasmo e covardia dos últimos anos, e se redima de vez, com a anulação da condenação do ex-presidente, liberando-o da injusta detenção imposta por um juiz parcial e desqualificado.        

segunda-feira, 1 de julho de 2019

RECORDAR É VIVER ??? (02) - José Nilton Mariano Saraiva

"UM SÓ POVO, UMA SÓ NAÇÃO CARIRI" - José Nilton Mariano Saraiva

Se, enquanto teoria, a criação e implantação da Região Metropolitana do Cariri conseguiu ludibriar muita gente, através da propagação de mentiras e devaneios mil, na prática, a partir do momento em que passou a ser operacionalizada, converteu-se em um colossal embuste, uma farsa sem tamanho, uma nua, crua e indigesta realidade, principalmente para os cratenses.

Fato é que, para camuflar a escolha de uma única cidade (Juazeiro do Norte) como receptora preferencial dos investimentos governamentais ao sul do Ceará (assim como o fizera com Sobral, ao norte), o Governo do Estado contou com uma legião de treinados e amestrados “multiplicadores” (deputados estaduais da sua base de sustentação, secretários de Estado e meia dúzia de cratenses babacas, escorregadios e cooptados) que, hipócrita e irresponsavelmente, saíram às ruas a dourar a pílula, alardeando, difundindo e propagando as futuras benesses advindas da criação da Região Metropolitana do Cariri.

Só que (em razão da falta de representatividade política da nossa cidade), internamente, entre quatro paredes, já havia a determinação política em se evitar a pulverização dos investimentos governamentais entre as diversas cidades da Região do Cariri (todas desprovidas do “componente político”), centrando-os em uma só urbe, na mafiosa perspectiva que os benefícios fluiriam e se espraiariam entre as demais comunidades (e naquela ocasião, alertamos aqui sobre o perigo da passividade com que aquela “conversa mole” passara a ser digerida, o que nos valeu diversos rótulos desabonadores: bairrista, conservador, retrógrado e tal).

Mas foi assim, verbalizando tão “incrível lorota” diuturnamente (em alto e bom som), e valendo-se de um pseudo “regionalismo alavancador do progresso", que foram criados e passaram a operar em Juazeiro do Norte (e só em Juazeiro, pt saudações) o Aeroporto Regional de Cariri, o Hospital Regional do Cariri, a sede Regional da Receita Federal, a Universidade Federal do Cariri, a Delegacia Regional da Polícia Federal, a unidade Regional da Receita Federal e tudo o mais que pudesse ser rotulado de “regional”.

Assim, castrando e obstaculando qualquer tentativa de descentralização, tudo tinha obrigatoriamente que ser em Juazeiro (posteriormente, na esteira do prestígio chancelado pela preferência governamental, a instalação de empreendimentos privados foi apenas consequência). 

Quanto às demais cidades da região (inclusive e principalmente o Crato), ficaram a ver navios, a esperar por quem não ficou de vir, e tendem à estagnação absoluta, à involução, a virarem meros satélites errantes a vagar sem rumo e sem norte na órbita juazeirense (com todas as consequências nefastas daí advindas).

O mais estapafúrdio nisso tudo é que, à época da criação da tal Região Metropolitana do Cariri, por deslavada conveniência política, falta de justificativa consistente para esconder o marasmo administrativo, ou mesmo na vã tentativa de justificar o injustificável, alguns (maus) cratenses, inclusive e principalmente suas autoridades constituídas (que deveriam, sim, ser responsabilizadas pelo estágio a que chegamos), convencionaram e passaram a adotar o cretino bordão de que, como éramos “UM SÓ POVO, UMA SÓ NAÇÃO CARIRI”, o progresso e a aura desenvolvimentista viriam de forma equânime, igualitária, simétrica (e ai de quem ousasse pensar diferente). 

Deu no que deu. E como o esvaziamento do Crato é notório e acachapante, hoje, hipocritamente, as mesmas autoridades e formadores de opinião que engoliram o bolo sem mastigar, que teceram loas àquela criminosa ação governamental, que se deixaram bovinamente estuprar intelectualmente, que se extasiaram com o canto da sereia, e que covardemente, sim, se omitiram em questões cruciais, posam de indignados, choram ante as câmeras, manifestam surpresa sobre os rumos da Região Metropolitana do Cariri, reclamam do tratamento “desigual” a que foram submetidos Crato e as demais cidades da região. Pura hipocrisia, deplorável jogo de cena, falsidade em estado absoluto e latente.

E Juazeiro do Norte, que nasceu, cresceu e marombou-se à sombra de um monumental e grande embuste, uma farsa pra lá de grotesca (o risível “milagre da hóstia”), continua adotando e valendo-se do mesmo heterodoxo “modus operandi”, da mesma estratégia suspeita de tramar na calada da noite, que o catapultou à condição de centro receptor de tudo que provém do poder central estadual e federal (com a inestimável colaboração do “componente político”). Assim e lamentavelmente, por omissão e semvergonhice das suas ditas “autoridades competentes”, tornamo-nos, sim, uma mera “cidade dormitório”.

Só que o pior está por vir (recortem, guardem e nos cobrem depois o que aqui afirmamos): dentro de bem pouco tempo a área geográfica do Crato será substancialmente subtraída em proveito, principalmente, de… Juazeiro do Norte. Falta só o bater do martelo, Portanto, que quando isso ocorrer não se constitua nenhuma surpresa: afinal, não somos “UM SÓ POVO, UMA SÓ NAÇÃO CARIRI” ???

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Post Scriptum: 

O texto acima foi postado anos atrás, mas merece ser reprisado. É que estivemos no Crato nesses dias e ficamos assustados com o estado lamentável em que se encontra a outrora decantada Princesa do Cariri. Na oportunidade, assistimos na TV e lemos nos blogs da vida, reportagem/artigo sobre a lamentável e triste realidade da nossa Rodoviária, hoje cartão postal emblemático do descaso e inoperância administrativa. E não dá pra entender que, em sendo o Governador do Estado um cratense, não se consiga pelo menos construir um outro terminal rodoviário (que, diga-se de passagem, foi objeto de uma nossa postagem lá pelos idos de 2013). 
Com relação à anexação de parte de nosso território para a cidade vizinha, o processo já começou, lá pelo sítio São José (segundo nos confidenciou uma fonte fidedigna e insuspeita). 

sábado, 22 de junho de 2019

A "MALANDRAGEM" DA PROCURADORA - José Nilton Mariano Saraiva


Chancelados pela   Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), foram dez os candidatos inscritos para a função de Procurador Geral da República, a ser eleito no mês de setembro próximo, a saber: Antonio Carlos Fonseca Silva, subprocurador; Blal Dalloul, procurador regional; José Bonifácio Borges de Andrada, subprocurador; José Robalinho Cavalcanti, procurador regional; Lauro Cardoso, procurador regional da República; Luiza Frischeisen, subprocuradora; Mário Bonsaglia, subprocurador; Nívio de Freitas Silva Filho, subprocurador; Paulo Eduardo Bueno, subprocurador; Vladimir Aras, procurador regional da República.
De praxe, os três candidatos mais votados têm seus nomes e currículos submetidos ao Presidente da República, a fim que o ungido seja oficialmente anunciado e empossado.
Escorregadia, matreira e inconfiável, embora não tenha se inscrito a atual procuradora Raquel Dodge trabalha denodadamente nos bastidores tentando se viabilizar junto ao Presidente da República, porquanto este já afirmou que poderá escolher um candidato da sua preferência, não constante da tal lista tríplice.
Sabedora do ódio visceral que o atual ocupante do Palácio do Planalto nutre em relação ao ex-presidente Lula da Silva (a quem deseja que “mofe na cadeia”), a atual procuradora encontrou um meio de tentar obter a sua simpatia, visando uma possível recondução à função: em expediente ao Supremo Tribunal Federal, manifestou-se radicalmente contrária à concessão do habeas corpus interposto pela defesa do ex-presidente, solicitando sua soltura, com base em robustos argumentos.
Duas são as irregularidades de tal posicionamento da atual procuradora: de pronto, vai ela de encontro à preferência manifesta dos colegas procuradores, que optando pela renovação sequer lembraram do seu nome; num segundo momento, fica mais que explicitado ter havido um ato de corrupção pontual, porquanto a senhora Dodge, pra tentar manter-se na função, desfraldou vigorosamente a bandeira anti-Lula da Silva, no pressuposto de obter a simpatia do Presidente da República, em benefício próprio.

“Malandragem” em toda a sua plenitude (e que ignora aquilo que de mais sublime um homem possa auferir: a liberdade).   

quinta-feira, 20 de junho de 2019

"BATOM NA CUECA" - José Nilton Mariano Saraiva


Sabe aquele marido boçal e metido a esperto que, ao chegar em casa pela manhã e ante todas as evidências de que estivera “mijando fora do penico” ou mesmo “pulado a cerca” durante a noite passada, teima em continuar a mentir e mentir para a fiel esposa, com a desculpa esfarrapada que estivera no velório de um amigo, findando por convencê-la; até que, no banheiro, é traído espetacularmente quando a digníssima descobre “marcas de batom” impregnadas em sua cueca, evidentemente que oriundas dos lábios de uma mulher ???

Pois essa foi a impressão que nos deixou o ex-juiz Sérgio Moro, na sua fala, ontem, numa dessas comissões de congressistas (repleta de governistas), quando negou até não mais poder que houvesse cometido algum tipo de ilegalidade/irregularidade durante a lavratura de sentenças condenatórias no decorrer da Operação Lava Jato ou, mesmo, durante as conversas “in petto” (secretamente, em caráter sigiloso) mantidas com o seu “parceiro-preferencial”, procurador Deltan Dallagnol .

E, no entanto, os brasileiros sabem que eivada e repleta de tão “nobres predicados” (ilegalidades/irregularidades) estão as sentenças e os posteriores diálogos com o dito procurador, embora Sérgio Moro insista e persista em não reconhecer o “óbvio ululante”, como se o entendimento das pessoas “normais” não alcançasse o provindo das mentes privilegiadas das “excelências togadas”. Espetáculo de quinta categoria, deprimente e preconceituoso, do princípio ao fim.

Mas que nos leva a deduzir que Sérgio Moro deve ser um visceral adepto do ministro de propaganda de Adolf Hitler, Josepf Goebbels, que segurou até a morte a sua verdade, como primeira e única: “uma mentira repetida mil vezes se torna verdade”.

Será que os togados do Supremo Tribunal Federal permitirão que Sérgio Moro continue a trafegar impunemente, ad eternum, nesse mar de lama, ou afinal se insurgirão buscando redimir-se de todas as cabeludas lambanças perpetradas até aqui ???

Afinal, e isso é altamente preocupante em termos de desapego à democracia, já circulam boatos de que a reunião da 5ª Turma daquele colegiado, programada pra acontecer no próximo dia 25.06.19, que julgará o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Lula da Silva, será mais uma vez adiada, até que assuma a presidência da turma a nauseabunda Carmen Lúcia, inimiga de primeira hora do ex-presidente e que, naturalmente, o remeterá (o habeas corpus) às calendas gregas.

E aí, estaremos diante de duas indesejáveis e horripilantes alternativas: a ditadura dos “milicos” (assumindo de vez e de fato o poder, ou sustentando o grupo miliciano que lá já está)  ou a ditadura dos “togados” (que barrará qualquer projeto representativo da ascensão dos menos favorecidos, através da escolha de um seu representante). 

Materializando-se, a “sua” escolha será “compulsória”.  

É mole ou quer mais ???

"IN FUX WE TRUST" (NO FUX A GENTE CONFIA) - José Nilton Mariano Saraiva



E os integrantes da nossa outrora Corte Maior (Supremo Tribunal Federal) continuam a chafurdar na lama e, por consequência, a demolir o que restava de respeitabilidade daquela instituição, já que, dia-a-dia,  denegrindo-a paulatinamente.
É o que se pode depreender da denúncia pelo site Intercept de conversas entre o então juiz Sérgio Moro e seu “parceiro-preferencial” o procurador Deltan Dallagnol, tratando especificamente do ministro do STF, Luiz Fux.
À vontade, num dos trechos de um dos vazamentos disponibilizados ao público, o citado procurador assegura ao juiz Sérgio Moro ter tido uma “conversa reservada” com o ministro Fux, oportunidade em que este teria, sub-repticiamente, deixado a impressão de “temer” o juiz, no pressuposto que Teori Zavascki, então integrante do STF, houvera se “queimado” num embate com o próprio.
E o temor/pavor demonstrados era tanto, que o ministro teria afirmado categoricamente que os procuradores da Lava Jato poderiam contar com ele no que fosse preciso, dali por diante. Ou seja, a força-tarefa contava com (mais um) homem de confiança dentro do STF (Barroso, Fachin e Carmen Lúcia tendem a cerrar fileiras). Coincidentemente, todos eles com “rabo preso” por conta de malfeitos num passado recente, que lhes permite serem alvos de chantagens diversas).
Ante o exposto, a pergunta, séria, que se impõe, é: depois desse imoral e vergonhoso oferecimento, será que não estaria na hora de entrar com um pedido de “suspeição” do ministro Fux  quando se for tratar da Operação Lava Jato, especialmente envolvendo o ex-presidente Lula da Silva ???

domingo, 16 de junho de 2019

NÃO ESQUEÇAMOS O TAL "SUPREMO" - José Nilton Mariano Saraiva


Ante um Supremo Tribunal Federal leniente, frouxo e passivo, o juiz de primeira instância, Sérgio Moro, de par com a turma do Ministério Público Federal do Paraná, usaram e abusaram de transgredir nossa Carta Maior (Constituição Federal) sem que fossem obstados por aquela Corte Superior.

A esfarrapada desculpa apresentada na oportunidade foi a de que, dada a “excepcionalidade” de que se revestia a tal Operação Lava Jato, o interesse da população se sobreporia às leis e à própria Carta Maior do país (pelo menos foi isso que declarou um dos ilustres Desembargadores que trataram da causa).

Eis que agora, com a entrada em cena do jornalista Glenn Greenwold (The Intercept), a “trama mafiosa” arquitetada pela quadrilha do Sérgio Moro para condenar Lula da Silva revela-se em toda a sua plenitude e desfaçatez.

Temos, então, a dolorosa constatação de algo vexatório, aético e imoral: membros do Ministério Público (Dallagnol e outros) sendo devidamente instruídos e orientados pelo próprio juiz da causa (Sérgio Moro) de como proceder e que caminhos seguir, a fim de que a peça acusatória (a lhe ser dirigida) tenha a consistência desejada por ele, juiz.

A irrefutabilidade da denúncia do The Intercept se constata a partir do instante que nenhum dos citados contesta o que foi denunciado, já que centraram seu descontentamento no “como” tais informações foram obtidas.

Assim, bradando sobre a “ilegalidade” (mas não sobre o conteúdo) das escutas veiculadas por The Intercept, Sérgio Moro e parceiros “esqueceram momentaneamente” que foram eles os “pioneiros” em tal tipo de procedimento, quando por quase cinco anos grampearam gregos e troianos, chegando ao cúmulo de gravar a própria Presidenta da República e findando por influir decisivamente no resultado de uma eleição presidencial.

O resultado é essa tragédia que está aí, com um grupo de milicianos à frente do país, “desconstruindo” tudo o que foi feito até aqui (conforme promessa de campanha).

Portanto, nessa hora gravíssima que atravessamos, tem o Supremo Tribunal Federal a oportunidade ímpar de se redimir perante a nação, ao reconhecer as arbitrariedades e abusos perpetrados pelo juiz Sérgio Moro, anulando “in totum” a sentença condenatória e, consequentemente, libertando de imediato o ex-presidente Lula da Silva.





sexta-feira, 14 de junho de 2019

A "ENTREGA" DE UM PAÍS - José Nilton Mariano Saraiva


Ainda com relação à matéria do The Intercept, convém atentar que num dos diálogos mantidos pelo ex-juiz Sérgio Moro com o Procurador Deltan Dallagnol, em 31.08.2016, temos a confirmação explícita de que a tal Lava Jato já àquela época atuava em defesa dos interesses dos “gringos”, o que configuraria crime de lesa-pátria. Veja abaixo (ipsis litteris):

31 de agosto de 2016
Moro – 18:44:08 – Não é muito tempo sem operação ?

Deltan – 20:05:32 – É sim. O problema é que as operações estão com as mesmas pessoas que estão com a denúncia do Lula. Decidimos postergar tudo até sair essa denúncia, menos a op do taccla (sic) pelo risco de evasão, mas ela depende de Articulação (sic) com os americanos.

Deltan 20:05:45 – (Que está sendo feita)

Deltan – 20:05:59 – Estamos programados para denunciar dia 14
Moro – 20:53:39 - OK

(Fonte: The Intercept)

Falta, agora, que após nos servir tão suculenta “entrada”, Glenn Greenwald nos sirva o prato principal do banquete, que seria as “confidências/combinação” (que tendem a ser apimentadas e explosivas) entre Sérgio Moro e o Desembargador Gebran Neto, à época a frente do Tribunal Regional Federal 4, de Porto Alegre, onde o ex-presidente Lula da Silva teve a pena imposta por Sérgio Moro não só confirmada, mas substancialmente aumentada (e de forma orquestrada) pelos três componentes daquele Tribunal, de forma que a condenação fosse “acelerada” (a pedido do Sérgio Moro ???), independentemente do processo não ter transitado em julgado e, portanto, “ainda” se achar inconcluso (é bom lembrar que Gebran Neto foi colega de Sérgio Moro na academia por anos e com ele guarda “afinidades” mil).

Em outras palavras, pelo andar da carruagem a tendência é que o gravíssimo crime perpetrado pela dupla Sérgio Moro/Dallagnol não ficou adstrito à primeira instância, já que seus tentáculos se espraiaram como rastilho de pólvora de Curitiba a Porto Alegre (segunda instância), o que caracterizaria “formação de quadrilha”.

Fato é que, após Sérgio Moro a Petrobras foi esquartejada (uma equipe da Lava Jato, junto com o ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, foi aos Estados Unidos entregar informações e documentos que serviram para que a Petrobras fosse acionada judicialmente), o pre-sal (nosso passaporte para o futuro) foi entregue às grandes petrolíferas internacionais a preço de banana em fim de feira, a nossa indústria naval abandonada, assim como a competente e respeitável indústria pesada brasileira desmontada, resultando por tornar possível que um elemento absolutamente despreparado e incompetente ascendesse à Presidência da República, mesmo com a promessa de “desconstruir” tudo que havia sido construído até então (o que está sendo feito com celeridade).

E ainda tem babaca que aplaude essa merda toda.